quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
por Tamara Finardi de São Borja
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| imagem google |
Imagine que você mora em uma cidade pequena e o livro da saga que você adora foi lançado esta semana. Até chegar a sua cidade levam mais algumas semanas, mas você precisa muito do livro, esta desesperado, afinal tem curiosidade de saber como vai ser o fim da história.
O que você faz?
a) Espera o livro chegar até sua cidade;
O que você faz?
a) Espera o livro chegar até sua cidade;
b) Viaja para cidade maior mais próxima e faz uma busca incansável nas livrarias do lugar;
c) Procura o tão amado livro em sites de venda na internet?
c) Procura o tão amado livro em sites de venda na internet?
Dessas opções eu ficaria coma última, afinal posso fazer isso no conforto da minha casa, e a qualquer hora!
“To tentando achar uma forma de facilitar a venda constante, de chegar mais próximo ao cliente. Hoje acho que 70% do pessoal não tem tempo de sair comprar as coisas.” É o que responde o empresário Leonardo Danski quando pergunto o que o levou a montar um site de vendas para sua loja de roupas em São Borja. O site criado por ele se chama Armazém do Danski, pois além dos artigos da loja, são oferecidos alguns produtos artesanais produzidos em São Borja.
Assim como Leonardo Danski, centenas de pessoas vem investindo no chamado e-Commerce, ou comercio eletrônico, que é a utilização da web como plataforma de venda. Segundo Dailton Felipini, especialista em e-commerce, o faturamento nessa área cresce cerca de 30% ao ano, desde 2001. “A gente tem 10 anos de forte crescimento e a tendência é que isso continue por mais um bom tempo”, afirma Felipini.
Atualmente, os sites de compra coletiva estão super em alta. Um bom exemplo é o Peixe Urbano, site de compras coletivas que em menos de um ano de atividade, já tinha mais de 7 milhões de usuários cadastrados. Julio Vasconcellos, presidente do site, explica como funciona o trabalho da empresa: os estabelecimentos comerciais não pagam para oferecer seus produtos no Peixe Urbano, mas após a venda, o site fica com 50% do valor dos produtos vendidos.
Em São Borja, Gelson Campos,programador de web e desing gráfico, montou um site de compras coletivas com ofertas de lojas da cidade. O site ganhou 400 adeptos em menos de 2 meses, e trouxe uma economia de R$ 3.000,00 aos usuários. Em relação a recepção do público com o site, Gelson aponta que "infelizmente as empresas responsáveis pela distribuição da internet em São Borja deixa muito a desejar, e isso faz com que mais da metade da população soaborjense não tenha acesso a internet em suas residências, mas por outro lado, conseguimos alcançar um público que interagia bastante com o site e as ofertas".
E é nesse contexto que o e-commerce ganha espaço em São Borja, a tendência do "comprar sem sair de casa".
E é nesse contexto que o e-commerce ganha espaço em São Borja, a tendência do "comprar sem sair de casa".
por Liziane Wolfart de São Borja -
Podem pensar que é chato falar de etiqueta nas redes sociais, mas ela é necessária para que não surjam problemas com a sua imagem.Ter bom senso é preciso para não cair na boca do povo de maneira errada. Porém em alguns casos as pessoas realmente desejam ser vista como barraqueiras, que ficam discutindo coisas fúteis no twitter ou facebook , para que algum portal de notícia se sensibilize e publique pelo menos uma notinha sobre essa subcelebridade.
Podem pensar que é chato falar de etiqueta nas redes sociais, mas ela é necessária para que não surjam problemas com a sua imagem.Ter bom senso é preciso para não cair na boca do povo de maneira errada. Porém em alguns casos as pessoas realmente desejam ser vista como barraqueiras, que ficam discutindo coisas fúteis no twitter ou facebook , para que algum portal de notícia se sensibilize e publique pelo menos uma notinha sobre essa subcelebridade.
Todo dia surgem novas subcelebridades que ganham seus quinze minutos de fama geralmente com vídeos postados no youtube. Alguns não têm essa intenção da fama, mas o vídeo toma proporções tão grandes que já foi assistido por mais de cem mil pessoas e se torna um viral. Depois de perceber que o vídeo que montou por brincadeira ter virado febre na internet, a pessoa já tem até uma acessória de imprensa e faz eventos em escolas e festas de criança, além de implantar notinhas nos portais de noticia para não sair da mídia tão fácil.
| divulgação pessoal da cantora |
É o caso de vídeos como o pintinho piu, ou da cantora @Stefhanyoficial que já ganharam mais de 1 milhão de acessos. Alguns vídeos que fizeram sucessos na internet tiveram continuações geralmente semanais. Os chamados vlogs onde a pessoa faz um vídeo de até dez minutos com temas específico, alguns muito conhecidos como o patiquetepariu, o vlog do Vagão, maspoxavida, o Não faz sentido!. Os vlogs maspoxavida e do @FelipeNeto ganharam tantos seguidores que seus donos @pecesiqueira e Felipe Neto começaram uma carreira na televisão. Aliás, as emissoras vivem de olho nesses fenômenos que podem render um talento para comentarista como foi o caso do Felipe Neto que trabalha humor em um programa de esportes. Esses são casos bem sucedidos dos vídeos do youtube. Outros casos bem sucedidos são de pessoas que viram tweetstars, por ter sempre uma atitude que atraia o perfil de muitas pessoas, mas não vamos nos deter nesse tipo de fama. Os blogs também rendem bastante popularidade, principalmente os humorísticos, ou os que dão dicas de moda, de beleza, para casa...
| imagem google |
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| foto: perfil do twitter |
por Diogo de Souza de São Borja
Você é da porcentagem da população que prioriza a conexão Wi-Fi em estabelecimentos gastronômicos? Se sim, pode se considerar minoria. Ao menos essa é a constatação feita na cidade de São Borja. “Se eu disser que tu, em dois anos, foi a terceira pessoa que perguntou se nós disponibilizamos o sinal aqui, foi muito.” Relata a empresária Renata Santos (39), proprietária de uma padaria no centro da cidade. E ainda completa, “acho que isso é em virtude de todo mundo disponibilizar de internet em casa. Ao menos o público que frequenta o nosso estabelecimento.”
| imagem google |
Contudo, a tendência é que esse cenário mude. Com um crescimento meteórico no número de universitários na cidade de uns anos pra cá somado a popularização de dispositivos móveis (leia-se computadores portáteis, tablet e smartphones) que possibilitam o acesso a internet, a procura já é maior que um ano atrás, por exemplo. No momento em que apurava a matéria encontrei um grupo de estudantes fazendo reunião de trabalho enquanto degustavam salgados. “Acho super importante os restaurantes, padarias e lancherias oferecerem acesso via sinal wi-fi.
Hoje em dia, se passarmos duas horas longe da internet podemos nos considerar desinformados. A velocidade que a informação se dissemina hoje com o twitter, facebook, entre outros, é muito alta. Eu faço questão.” Como conta a estudante de Educação Física, Ana Oliveira (23). E de fato, é cada vez mais comum encontrarmos locais onde ofereçam o sinal. Na velocidade da globalização e desse mundo cada vez mais conectado, chegaremos em um dia que será tão essencial quanto os sanitários. Tudo bem exagerei um pouco, mas quase isso. Eu faço parte dessa minoria ascendente. E você?!
@souza_diogo
| foto: Diogo Souza |
@souza_diogo
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