Gian Fachini
Do que adianta entrar nas redes sociais, mas não estar nas redes sociais?
Do que adianta entrar nas redes sociais, mas não estar nas redes sociais?
Em um estudo recente realizado pela Constant Contact descobriu-se que 8 em cada 10 empresas americanas, de pequeno porte, estão presentes
nas mídias sociais. O levantamento foi realizado com cerca de 2 mil pequenas empresas,
das empresas que mantém perfil em redes sociais, 86% apostam suas fichas com o perfil no
Facebook e afirmam que ele é uma ferramenta eficaz de marketing para conquistar o público.
Trazendo o assunto mais para o cenário brasileiro, no qual convivo e estou habituado, a
presença em massa das empresas nas redes sociais, ainda não é realidade, mas obviamente
as que estão presentes representam um conforto maior para o consumidor, em termos de
interação para sanar dúvidas e questões do tipo.
O problema é que eu, assim como você, certamente já nos deparamos com aquele perfil que
existe, tem 30 amigos e não é alimentado a quase um semestre, não é nada mais do que
alguns bytes compactados nos computadores do Google.
Marketing negativo tem um potencial de persuasão muito maior do que qualquer outro, esse é
atualmente o atual espinho no dedo das empresas brasileiras, muitas possuem o perfil, nunca
o alimentam, não interagem com os consumidores. O resultado é um consumidor que vai
optar por se distanciar do produto e fazer com que os amigos não cheguem perto do mesmo.
Para mudar isso nos últimos tempos começaram a surgir empresas especializadas em
gerenciar perfis de empresas em redes sociais, cuidar da presença da marca, produzir
conteúdo e preparam estratégias de marketing. Está dando certo, vide o perfil do grupo
Magazine Luiza, além de possuir a conta no twitter, o
perfil interage com os seguidores através do personagem fictício Luiza.
Vejo alguns casos de grandes marcas que ainda não entenderam o espírito das redes
sociais, nenhum consumidor quer um varal onde a empresa pendure alguns links e os deixe
abandonados, tem de haver o relacionamento com o consumidor, só assim a empresa
conseguirá dialogar com o público e detectar as oportunidades para emplacar uma campanha
na Internet que realmente seja comentada e atinja as metas.
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